Desportiva fica pelas meias

Em dia de eleições, os jogos de acesso à final do campeonato disputaram-se à hora da saída das projecções e, na quadra, não houve entrada dos chamados “pequenos”. O Benfica entrou a vencer e chegou ao intervalo com três golos de vantagem, conseguindo sempre reagir num curto espaço de tempo aos golos do Fundão e impedindo uma eventual remontada. Segue a turma de Joel Rocha para as finais, repetindo mais um duelo com o Sporting. O primeiro jogo é já no próximo sábado.

O Benfica entrou com a final em vista e em 14 segundos deu mostras de não querer deixar dúvidas, mesmo após a derrota na sexta-feira. André Coelho, na recarga a uma defesa de Júlio César, tratou de começar a deixar as contas para as finais mais definidas. O primeiro minuto e meio foi de domínio claro dos encarnados, com a turma da casa a fazer quatro remates nesta fase.

Em dia de eleições, os jogos de acesso à final do campeonato disputaram-se à hora da saída das projecções e, na quadra, não houve entrada dos chamados “pequenos”. O Benfica entrou a vencer e chegou ao intervalo com três golos de vantagem, conseguindo sempre reagir num curto espaço de tempo aos golos do Fundão e impedindo uma eventual remontada. Segue a turma de Joel Rocha para as finais, repetindo mais um duelo com o Sporting. O primeiro jogo é já no próximo sábado.

O Benfica entrou com a final em vista e em 14 segundos deu mostras de não querer deixar dúvidas, mesmo após a derrota na sexta-feira. André Coelho, na recarga a uma defesa de Júlio César, tratou de começar a deixar as contas para as finais mais definidas. O primeiro minuto e meio foi de domínio claro dos encarnados, com a turma da casa a fazer quatro remates nesta fase.

O Fundão conseguiu sacudir a pressão e ainda chegou ao golo aos cinco minutos, depois de uma má saída de bola, com a subida de Roncaglio, do Benfica, que culminou com Pauleta a encostar Fábio Cecílio à baliza e a bola às redes. Não durou muito o empate, com Eskerda a retribuir um erro e a dar o golo a Fernandinho, que retomou a vantagem encarnada.

Joel Rocha conseguiu impor o seu futsal, apesar do maior equilíbrio que reinou após o bis de André Coelho, aos sete minutos. Ainda assim, foi sempre o Benfica a estar mais perto do golo, mantendo-se mais tempo com a bola e controlando a partida. Até ao intervalo haveria ainda tempo para o terceiro de André Coelho, com o fixo a responder à “bomba” e a dar uma vantagem confortável aos lisboetas.

Contudo, a turma de Couto voltava a mostrar-se aguerrida e com vontade de fazer a festa na Luz. Não tinha passado o primeiro minuto da segunda parte e já Pauleta festejava de novo, a concretizar um excelente trabalho de Gui, à entrada da área encarnada. O Benfica controlava, ameaçava de longe, mas era na área oposta que surgiam os momentos mais intensos, com os contra-ataques dos beirões a darem muitos calafrios a Joel Rocha. A oportunidade mais flagrante aconteceu aos cinco minutos do segundo tempo, quando Pauleta arrancou sem travões e deixou Márcio isolado que esbarrou em Roncaglio, com David Gomes, na recarga, a ver Fábio Cecílio intrometer-se no caminho da baliza.

Os encarnados sentiram o perigo e avançaram na pressão e, em dois minutos, dilataram a vantagem, colocando o jogo em 6-2. Primeiro com um excelente trabalho de Fits a culminar num belo remate de pé esquerdo, e depois numa pressão de grande nível que deu o golo a Robinho, de baliza aberta.

Avançavam os beirões com o guarda-redes avançado, com Mário Freitas nesse papel, ainda com nove minutos para jogar. Pauleta ainda completou o seu hat-trick a pouco mais de um minuto do final, mas Chaguinha responderia logo a seguir, com o 7-3 a ficar para a história destas meias-finais.

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